terça-feira, 15 de março de 2016

A marca d"agua impressa no papel canson gramatura 200 gramas para impressão manual com (colher de pau)

O carimbo que o Mestre Ciro fez para mim.Ele sugeriu só o "Tiso" como assinatura para as xilogravuras. 
Tenho que treinar carimbar é uma marca d'água que vai na obra que eu faço a partir de agora.Em breve posto um texto explicativo.
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Carimbo de marca d"agua









O carimbo que o Mestre Ciro fez para mim.Ele sugeriu só o "Tiso" como assinatura para as xilogravuras. 
Tenho que treinar carimbar é uma marca d'água que vai na obra que eu faço a partir de agora.Em breve posto um texto explicativo.
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Carimbo de marca D"Agua

O carimbo que o Mestre Ciro fez para mim.Ele sugeriu só o "Tiso" como assinatura para as xilogravuras. 
Tenho que treinar carimbar é uma marca d'água que vai na obra que eu faço a partir de agora.Em breve posto um texto explicativo.
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domingo, 13 de março de 2016

CURSO DE GRAVURA EM METAL (GRATUITO!!!) SESC CAMPO LIMPO (SP)

CURSO DE GRAVURA EM METAL (GRATUITO!!!)
SESC CAMPO LIMPO (SP)
terças, 18h30 as 21h30
15 de Março a 26 de Abril
Vagas limitadas!


(11) 5510-270 Rafael Kenji



A proposta do curso é abordar passo a passo os principais procedimentos da gravura em metal: preparação de placa para matriz, técnicas de gravação, manuseio de ferramentas, entintagem e impressão da gravura sobre papel. E acompanhamento do desenvolvimento de imagem de cada participante. Com Rafael Kenji. Vagas Limitadas. Inscrições na Central de Atendimento a partir de 01/03.

(Foto: Rafael Kenji) 









http://www.sescsp.org.br/programacao/85695_GRAVURA+EM+METAL

Série Carros antigos: Opala

Série: Carros antigos
P/A 03 - Opala 
Xilogravura impressa manualmente com colher de pau.
Dimensão : 0,36 x 17.5 cm
(Xilogravura do meu irmão. )

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sábado, 12 de março de 2016

Ex libris

Biografiara do ex libris
A publicação de obras relativas às marcas de propriedade começam no final do século XIX, coincidindo e não casualmente com a formação das primeiras associações de exlibrismo, que reuniam a coleccionadores autores e bibliófilos, entre os quais se encontravam verdadeiros estudiosos na matéria Que deixaram obras de fundamental valor que ainda hoje são usados como referências não só para o estudo, além disso para a espertización e avaliação.
Em 1873 o tipógrafo e editor Auguste Poulet-Malassis (1825-1878) publica o primeiro livro específico sobre ex libris.
Desta obra só foram 100 cópias por o que dois anos depois, foi decidido reeditar.
1875 Warren, Leicester John Byrne (Lord tabley) (1835-1895) publica um guia para o estudo dos ex-Libris. A guide to the study of book -..
Este tratado é hoje considerado o impulsionador do coleccionismo dos ex-Libris. E além disso foi aceite pela sua classificação dos estilos por os colecionadores de todo o mundo.
Gravadores americanos como Margaret Ely Webb (1877-1965), Edwin Davis French (1851-1906), Deixaram de resumos de seus trabalhos, os espanhóis também como Alexander de riquer (1856-1920) E JOSÉ TRIAGEM MAYOL (1870-1929), Deixaram compendia dos ex-libris que projetaram tal como muitos outros artistas de outros países da Europa central.
Cesare Rato (1857-1938) foi um importante tipógrafo e impressor italiano que publico uma série de livros onde se destaca o gravado e a boa edição.
Editada em 9 VOLUMES (tamanho cm. 28 x 37.5) contém cerca de 2.000 quadros, 3.500 desenhos em diferentes técnicas e centenas de artistas
Rato, compilou o trabalho de xilografístas e aguafuertistas que se dedicavam ao gravura de ex libris, esta série de livros eram edições limitadas de 200 exemplares numerados, impressos muitas vezes com as matrizes originais aparentemente fornecidas pelos próprios autores das gravações.
Extraído da conferência proferida na Biblioteca Nacional Argentina sobre bibliografia do ex libris. Do 10 ao 13 de novembro de 2014
Por Daniel Salaverría.

Bituca

Na canção do vento não se cansam de voar
Você pega o trem azul
O sol na cabeça
O sol pega o trem azul
Você na cabeça
O sol na cabeça..."ca
Bituca.
Milton Nascimento.
Xilogravura impressa manualmente com colher de pau.
Série : Tekoha Brasil.

Significado das siglas nas xilogravuras

Significado das siglas nas litogravura, xilogravuras e gravuras
Uma edição de gravuras originais compreende as seguintes siglas:
– Provas numeradas com indicação do total (ex: 1/100 a 100/100);
– P.A. (prova de artista);
– P.E. e P.Cor (provas de estado e de cor): determinam um estágio anterior à edição;
– P.I. (prova do impressor): pertence ao impressor;
– B.P.I. (boa para imprimir): a editora tem esse exemplar arquivado, para efeito de autenticidade;
– PAP e P.Exp. (provas de apresentação e exposição): provas utilizadas para lançamento de uma edição;
– H.C. (hors du comerce): os exemplares com essa indicação são excluídos da comercialização regular.
"Coisas que a gente se esquece de dizer
Frases que o vento vem às vezes me lembrar
Coisas que ficaram muito tempo por dizer
Na canção do vento não se cansam de voar
Você pega o trem azul
O sol na cabeça
O sol pega o trem azul
Você na cabeça
O sol na cabeça..."
Bituca.
Milton Nascimento.
Xilogravura impressa manualmente com colher de pau.
Série : Tekoha Brasil.
P/02

sexta-feira, 4 de março de 2016

quinta-feira, 3 de março de 2016

Onde moram as minhas xilogravuras

Enquanto cai a neve lá fora...
O Cristo Redentor ilumina a sala!
Xilogravura da minha cliente que mora nos Estados Unidos.
Xilogravura impressa manualmente com colher de pau. 
Série : Rio de Janeiro.
Cristo Redentor.
Em processo...
Xilogravura de topo.
Série : animais. 
Esta impressão teve um erro mais valeu para ver como teste ...

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terça-feira, 1 de março de 2016

Ex Libris (Continuação)

A expressão latina "ex-libris" ou "ex-bibliotheca" significa "dos livros de.." ou "da biblioteca de...", ou ainda "livros dentre aqueles" pertencentes a determinada pessoa ou instituição. A denominação ex-libris não é apenas dada a etiquetas fixadas em livros, também são chamados de ex-libris toda a marca de posse feita em uma obra, quer seja o nome do possuidor por escrito, um sinal convencional, um símbolo, um brasão de armas, um monogramas ou uma sequência de iniciais, carimbos diversos e por fim, esta etiqueta isolada, que o possuidor da obra cola, em geral, à capa interna do livro encadernado ou numa das suas folhas de guarda.
O uso de marcas para identificar os livros remonta à antigüidade. Nas ruínas de Nínive, na Mesopotâmia, todas as placas de argila de um certo local eram identificadas pelo mesmo símbolo cuneiforme, o antepassado mais remoto conhecido das marcas usadas atualmente. Como forma de etiqueta isolada, tem seu aparecimento na Alemanha, na mesma época da invenção da tipografia., por volta de 1450. O primeiro exemplo de ex-libris impresso contendo uma gravura simbólica é o de Johannes Knabensberg, também conhecido como Hans Igler (João Ouriço), gravado em madeira por W.L. Schuberg, representando um ouriço de perfil comendo flores silvestres. Também entre os mais antigos encontra-se o ex-libris de Giorgis de Podebrady (1455) e o de Hildebrand Brandenburg (1470). Na França o ex-libris aparece em 1529, o ex-libris de Jena Bertaud de la Tour-Brlanchet, na Inglaterra o ex-libris do Cardeal Wolsey, por volta de 1530, na Holanda em 1597, em libros de Ana van de Aa, na Itália, por volta de 1622, na América seria o ex-libris de John Cotton em 1674 e o de John Willians em 1679, além do de Willian Pen.
No Brasil o movimento exlibrista vem de Portugal. Segundo alguns pesquisadores o primeiro brasileiro a ultilizar-se dessa forma de marcar os livros foi Manoel de Abreu Guimarães, Provedor da Santa Casa de Sabará e possuidor de uma vasta biblioteca, informação essa que é contestada por Rubens Borba de Moraes em sua obra Livros e Bibliotecas no Brasil Colonial, onde ele diz ser o Padre José Correia da Silva, morador também de Sabará, dono do ex-libris mais antigo usado por um brasileiro.
C
Como é um ex-libris?
É uma etiqueta impressa por qualquer meio mecânico - de gravura a impressão digital-, de forma e dimensões variadas, normalmente não ultrapassando um quarto de página. De preferência é executada em papel de qualidade extra, geralmente branco ou de cor clara e neutra, com a impressão em preto ou, mais raramente, em cores, sobretudo os heráldicos.
Traz o nome do proprietário e muitas vezes uma ilustração, com temas variados e freqüentemente de grande beleza artística. Muitas vezes são encomendados a desenhistas; mais raramente, pelo próprio dono. A imagem representada revela muito da mentalidade de seu possuidor e até mesmo do ambiente, acusando os gostos e costumes de certa época, grupo social ou cultura.
Por que usar um ex-libris?
Todos os que mantêm uma certa quantidade de livros, por prazer ou por obrigação, sentem em algum momento a necessidade de identificá-los. A maneira mais primária de fazer isso é assinar o nome a caneta no frontispício, hábito que subsiste entre muitos possuidores de bibliotecas, mas que geralmente desvaloriza o livro, além de enfeá-lo. Outros modos, como carimbos de tinta ou pressão e marcas gravadas nas próprias encadernações, têm sido usados. O primeiro aparece mais comumente nas bibliotecas públicas. O segundo aparece em algumas bibliotecas particulares, mas tem um custo bastante elevado.
Dessa maneira, o ex-libris aparece como uma opção artística, sofisticada, elegante e de preço relativamente baixo para marcar os livros de uma biblioteca pessoal. Além de mostrar a quem pertence determinado livro, sua presença realça o volume pelo valor artístico e pessoal da etiqueta. Há mesmo pessoas que colecionam ex-libris, ou livros que os contenham. A coleção do Barão do Rio Branco ficou famosa em sua época.
Quais os tipos de ex-libris?
São quatro as categorias em que os estudiosos dividem os ex-libris:
1) Etiquetas: não trazem imagens além do nome do proprietário, muitas vezes acompanhado de ornamentos.
2) Armoriados ou heráldicos: quando o motivo principal do desenho consiste de brasões ou insígnias de indivíduos, cidades, associações etc.
3) Simbólicos: quando trazem imagens que traduzem idéias, lemas de vida, ocupações etc., que não tenham caráter heráldico.
4) Paisagísticos: quando reproduzem cenas rurais, urbanas, marinhas etc. ligadas afetivamente ao possuidor dos livros.
Há, ainda, os ex-libris mistos, que podem ser enquadrados em mais de uma categoria.
A maldição do ex-libris
"Nas bibliotecas das comunidades monásticas da Idade Média, as mais ricas da época, tomavam-se todas as precauções possíveis contra os piratas de livros. Até o século XIV, usavam-se armários fechados com portas, e as obras costumavam ter ex-libris com inscrições em que se ameaçava com a pena de excomunhão, não só aos que furtavam ou encobriam o furto, como àqueles que raspavam ou faziam desaparecer o ex-libris da obra roubada. Quanto mais preciosa a obra, mais rigoroso o anátema. Um livro do século XII, da abadia parisiense de Santa Genoveva, trazia por baixo do título a seguinte etiqeuta, um dos mais antigos ex-libris que se conhecem: 'Este libro é de Santa Genoveva. Quem quer que o furte, ou acoite, ou esta marca apague, excomungado seja!'. E quanto mais precioso o livro, mais grave a excomunhão. Em certo código do mosteiro de Marbaque, Alsácia - livro dos Evangelhos, numa encadernação que continha relíquias em suas pastas- a fórmula de excomunhão enchia meia página. O ladrão era votado, sucessivamente, a todos os tormentos do inferno, condenado a mergulhar em lagos ardentes de alcatrão e enxofre e a ter a sorte de Judas, o traidor, concluindo com a invocação: 'Fiat! Fiat! Fiat!', para dar mais peso à excomunhão fulminada."
(FRIEIRO, Eduardo: Os livros nossos amigos. São Paulo, Editora O Pensamento, 1957)

Fonte : http://www.bazardaspalavras.com.br/institucional.php

Ex Libris

Ex libris ou ex-líbris é o nome dado para o rótulo que é colado no livro, indicando a sua propriedade.

Etimologicamente, esta expressão se originou a partir do latim ex libris meis, que significa “dos livros de” ou “faz parte de meus livros”.

Normalmente, os ex-líbris são feitos de papel, mas podem ser utilizados outros materiais para a sua confecção, como o couro ou o veludo, por exemplo.

É bastante utilizado para indicar a propriedade de determinado livro. Tem a função de mostrar a quem pertence ou o nome do acervo bibliotecário que compõe, por exemplo.

Os ex-líbris ficam localizados, geralmente, na contra capa ou página de rosto do livro.

Podem ser representados não apenas com o nome do proprietário, mas também através de uma insígnia, emblema, brasão ou desenho que indique a personalidade do proprietário daquela obra.

Quando a marca de propriedade de um livro é afixada durante a encadernação da obra, e não colada posteriormente, esta recebe o nome de super libris.

A expressão ex libris também é utilizado para designar uma representação simbólica de algum lugar. Por exemplo, o Cristo Redentor é tido como a ex libris do Rio de Janeiro.
Imagem do Ex Libris: Site - Il Papiro.



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